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A cena Venture Capital

O mercado de empreendedorismo e inovação está aquecido no Brasil em função do venture capital ou vice-versa?

O Rio2C mostrou-se uma rara oportunidade de discutir a evolução do ecossistema de empreendedorismo e inovação no Brasil, incluindo o papel fundamental dos fundos de venture capital em seu desenvolvimento. Não por acaso, este último ponto foi tema de um painel que ocorreu na Sala de Inovação Oi, no dia 26. Para falar sobre a Cena de Venture Capital, o mediador – e consultor de inovação do Rio2C – Bernardo Zamijovsky conversou com Edson Rigonatti, da Astella Investimentos; Manoel Lemos, da RedPoit Ventures; e Patrick Arippol, da DGF.

O interessante é que os três têm uma trajetória anterior em startups, o que corrobora a tendência crescente de termos empreendedores com histórico de sucesso voltando ao ecossistema como investidores, como ocorreu e ocorre frequentemente no Vale do Silício.

Sinal de que o ecossistema de empreendedorismo e inovação está amadurecendo e crescendo no Brasil?

Nenhum dos três duvida disso. E em várias sentidos.

Para Rigonatti, “alguma coisa mudou no zeitgeist, ou seja: no espírito do tempo, e estamos diante de uma safra de empreendedores brasileiros que está fazendo as coisas de uma maneira muito diferente do que se vinha fazendo antes. E, muitas vezes, melhor do que os empreendedores dos E.U.A e da Europa.”

O potencial do Brasil tem atraído as empresas de capital de risco e concentrado boa parte dos investimentos destinados à América Latina. Um quadro muito diferente do que Rigonatti, Lemos, Arippol e o próprio Zamijovsky encontraram quando se lançaram nessa, digamos assim, “aventura de empreender no Brasil”. Maiores investimentos, melhores resultados. Claro. Uma coisa puxa a outra.

O fato é que empreender por aqui não é mais uma aventura – não como antes, pelo menos – e a mudança, segundo Arippol, tem a ver com o fim do “complexo de vira-latas de nossas startups, que começaram a competir global e não apenas localmente. O mindset de nossos empreendedores também mudou”, ele explica. Com isso os investidores, que enxergam longe, injetaram autoestima financeira no processo.

Sendo assim, resta a pergunta: o mercado brasileiro de empreendedorismo e inovação está aquecido em função do venture capital ou vice-versa?

Quem perder tempo em respondê-la pode perder o melhor ciclo virtuoso de nossa história. Em outras palavras, o que Rigonatti, Lemos e Arippol querem dizer é que a hora é essa para os empreendedores brasileiros. Sem complexo de vira-latas.

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