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Digitalização do dinheiro

A relação das pessoas com o dinheiro mudou. Mas não se trata da mera digitalização dos serviços, a verdadeira revolução é a digitalização dos relacionamentos.

O dinheiro não é mais o mesmo e não adianta lutar contra isso. Blockchain, bitcoin, criptomoeda, mobile payment e neobank são termos novos que dão um aspecto complicado à simplificação e à desburocratização da vida financeira e da tradicional relação com os bancos.

Como outros gigantes da economia mundial, eles também se vêm ameaçados pela disrupção tecnológica e pelo mindset instaurado pelas fintechs – startups focadas em tecnologia que estão revolucionando os serviços financeiros – e terceirizam inovação para não perderem o compasso deste novo mundo sem cash e sem taxas de anuidade no cartão.

Foi o que a Technisys fez para o Banco Original, a primeira instituição financeira made in Brasil a abrir conta corrente 100% online pelo celular, dentre várias outras inovações.

Um novo paradigma

“Desenvolvemos plataformas que transformam bancos tradicionais em digitais e ajudam a lançar os novos challenger, neo banks e companhias fintech”, explica o CEO da empresa, Miguel Santos. Ele foi um dos convidados do painel Digitalização do Dinheiro, que ocupou a Sala de Inovação da Oi, no dia 24, ao lado do CEO da Yoyo Wallet, Michael Rolph, e do gerente geral da N26, Eduardo Prota.

“Há 10 anos, quando falávamos que todos os bancos seriam digitais, os clientes sumiam da nossa frente. Hoje esse sonho é uma realidade e o que dizíamos tornou-se o óbvio. Quem ainda vai a bancos físicos?”, questiona Miguel. “A boa notícia é que a indústria está mudando em benefício do consumidor. Viveremos um futuro melhor, em que os bancos serão feitos para e por vocês.”

Bancos e dentistas

Em outras palavras, o avanço das fintechs tem melhorado os serviços oferecidos, tanto em preço quanto em eficiência.

“Sete em cada 10 milleniuns preferem ir ao dentista que ao banco”, diz o gerente geral da N26, Eduardo Prota. “Essa afirmativa revela ao menos dois pontos. O primeiro está claro: as novas gerações preferem resolver as coisas pelo smartphone e online. Mas talvez os bancos não estejam acompanhando os novos tempos e perdendo o timing de aprimorar seus serviços e aprofundar a relação com seus clientes.”

A tecnologia mudou a forma com a indústria se relaciona com o usuário, vide o que o Spotfy fez com a música e o Netflix com o entretenimento, mas por que isso está demorando mais no caso dos bancos?

Digitalização dos relacionamentos

“Primeiro por que ainda é preciso ter um grande volume de capital e estrutura para abrir um banco, ao contrário de outras indústrias”, explica Prota. “Além disso, há uma série de licenças e barreiras regionais que dificultam a expansão rápida de players internacionais, e é preciso confiança para conseguir guardar o dinheiro das pessoas, o que não se constrói do dia para a noite.”

Mas já está sendo construído, e de modo acelerado, para além dos feudos bancários. Startups como a Yoyo Wallet estão redefinindo relações financeiras como a simples experiência de pagamento. Os ingleses desenvolveram uma plataforma que une o pagamento por meio de smartphones a um programa de fidelidade com ofertas e recompensas, e têm uma visão muito clara do futuro de nossas transações financeiras.

“A relação das pessoas com o dinheiro mudou, e não se trata da mera digitalização da comunicação e dos serviços”, opina o CEO da Yoyo Wallet, Michael Rolph. “A verdadeira revolução está na digitalização dos relacionamentos. É para lá que estamos caminhando.”

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