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Summit | É preciso se adaptar às peculiaridades das gerações Y e Z

Um dos principais ingredientes para o sucesso de uma campanha é o reconhecimento, e a segmentação do público alvo. Principalmente para aqueles nascidos entre os anos de 1995 e 2000 (a chamada geração Z), as propagandas tradicionais, impessoais e fantasiosas já perderam seu poder de persuasão. As marcas também necessitam de ações de marketing específicas para prender a atenção dos Millennials (nascidos nos anos 1980), também conhecidos como geração Y. Juntos, esses perfis estão mudando o mercado, a gestão de pessoas e as campanhas das empresas.

No painel “Geração Terabyte”, do Summit Rio2C by Meio e Mensagem, a moderadora Cintia Gonçalves, CSO da Almap, destacou três características dos Zs: "Eles já nasceram no ambiente virtual; sua forma de consumir é consciente - o verbo ‘possuir’ deixa espaço para o verbo ‘compartilhar’. E uma outra característica é que são muito realistas, mais pés no chão, se comparados às outras gerações".

Flávia da Justa, Diretora de Comunicação de Marketing da Oi, menciona que, por serem nativos digitais, da geração Z tem uma relação com a internet diferente da geração Y. Na opinião de Flávia "a Geração Z não conheceu um mundo não-digital e cresceu em meio a eventos como a violência nas escolas e a recessão econômica global. E os pais dos jovens da geração Z aprenderam a empoderar seus filhos em vez somente protegê-los como os pais da geração Y".

Essa facilidade de lidar com um volume enorme de mensagens permite à Geração Z identificar e filtrar conteúdos relevantes para eles. Ana Leão, Managing Director, Isobar São Paulo, complementa que "estas características, dão à geração Z a capacidade de reinventar e reorganizar tudo o que eles consomem, de uma maneira muito própria e encantadora".

Giani Scarin, Gerente de Pesquisa, Globosat comenta sobre que, em sua pesquisa sobre a Geração Z, identificou diferentes escalas e necessidades diferentes dentro destes jovens onde, por exemplo, o desemprego e a falta de oportunidades é o maior índice . "Eles tem as ferramentas, mas estão muito à margem e muito desesperançosos, a gente olha para frente e não vê muita perspectiva", diz a pesquisadora.

Ana Leão comenta que, tanto as marcas quanto os agentes do mercado precisam entender que todos os estereótipos de gerações são resultados de um contexto histórico e cultural e seus comportamentos andam alinhados com o sentido do tempo em que vivem. Ana afirma que "essas características destes jovens e crianças e seus comportamentos padronizados devem ser entendidos pela comunicação não deixando de lado todas as dores, sentimentos e anseios inerentes à juventude, para que haja uma real comunicação entre a marca e este público."

Flávia da Justa conclui que os Z's se destacam das outras gerações pela sua tolerância e entendimento de "mundo real". Este jovem não se interessa por celebridades. São totalmente, públicos e independentes. E assim como qualquer adolescente que gosta de ser ouvido, eles possuem cada vez mais recursos para se expressarem. Assim, completa Flávia, "o caminho da comunicação das empresas e das marcas para chegar nesse target é se alinhar com esta características: "para eles não é o storytelling e sim o storyliving!"

Nos últimos 6 anos a comunicação mudou demais e não se pode influenciar a geração Z, "devemos construir com eles o que eles querem e trabalhar com eles a relevância. "Esta geração valoriza o posicionamento da marca, eles se conectam à elas quando dão valor e veem verdade, utilidade no que produzem. Através das marcas eles sabem que podem acessar e contribuir com a mudança da sociedade", finaliza Ana Leão.

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